28.1.10

taxi.




você já pensou em pegar um taxi e achou que ficaria caro? ou não tem idéia de quanto custa uma corrida da sua casa até a balada ou casa dos amigos?

tem um site chamado taxi - calcule o valor de corridas online que resolve esse problema. funciona pra grandes cidades brasileiras, principalmente capitais e algumas do estado de sp, mas acho que com o uso ele acaba crescendo.

eu testei em porto alegre da última vez e os preços foram bem exatos. então recomendo pra quem precisar.

se a desculpa era não saber o preço. resolvida.

TAXI

12.1.10

petit prince.





"- Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música.
E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. E então serás maravilhoso quando me tiverdes cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento do trigo... "



ahhh mas o campo de trigo...

11.1.10

benjamin buton




frases que eu anotei enquanto assistia:

"Estamos destinados a perder as pessoas que amamos. De que outra maneira sabemos quanto importantes são para nós?"


"Caviar negro com vodka.

Saboreie e tome a vodka com ele na boca." (eu fiquei com vontade de provar isso)


"Você pode ficar zangado como um cão raivoso da maneira como as coisas aconteceram. Pode praquejar e amaldiçoar o teu destino, mas quando chega perto do fim, você tem q perdoar."


"As nossas vidas sao definidas pelas oportunidades, mesmo aquelas q perdemos."


tem mais uma parte que eu anotei. mas essa é especial.





goodnight, Daisy.

7.1.10

entre músicas, palavras e um amor.

eu fico pensando sobre algumas bandas que muita gente não conhece. depois fico pensando nas bandas que eu não conheco e nas músicas. sempre tem alguma coisa tocando no meu itunes e às vezes você tá no meio daquela agitação. como hoje. um dia quase atípico e então você para. escuta. reflete. absorve a letra como uma esponja absorve a água e o sabão. mas você não consegue se apertar o suficiente pra fazer tudo sair. bom, eu pelo menos não consigo. vou absorvendo aos poucos e pensando. meu estado civil? livre. acho que nem eu mesmo sei. minhas ruas não tem mais nomes. mas a música continua ali tocando. e eu continuo parado absorvendo cada uma das palavras, mesmo que elas não tenham sentido algum. algo em mim está lendo essas letras e bolando uma coisa nova e só minha. talvez seja isso. talvez seja só meu. bingo! mas a lâmpada apagou antes que eu pudesse olhar pra cima e entender o que era só meu. vou continuar escutando a música e ruminando os velhos mesmos problemas. mudam de personalidade e de pessoa. eles exalam de mim como se eu fosse um incenso indiano num templo qualquer. mas a música parece que não acaba, mesmo tendo mudado. é como um disco riscado dentro de mim. e enquanto minhas palavras se renovam, minha vida também segue o mesmo rumo. e eu sei que em breve, muito em breve comparado ao tempo que eu já esperei, as coisas irão simplesmente começar a trilhar o caminho novo. eu tenho minhas próprias esperanças e crenças. eu tenho aquele lance de onde eu quero estar, com quem e porquê. a questão é fazer isso tudo sair do chão e entrar no mundo paralelo dos sonhos que se tornam realidade. acho que a música fala disso. poderia prestar atenção e descobrir que ali está a chave para tudo o que eu preciso agora ou posso simplesmente ignorar que já se passaram 3 músicas desde o início do post. interrompido para dar respostas que queimam antes do enter. dessa vez a música tem nome. talvez eu saiba a rua em que eu estou. metaforicamente falando. 'conversations' é a da vez. junto com o sinal de adição, conversação é a chave pra mim que abre todas as portas de um relacionamento duradouro. seja com teus pais, irmãos, amantes ou amigos. who cares? eu me pergunto. ainda sabendo que meu inglês para um pouco depois disso. convivência, você sabe. tem colocado essas palavras no meu cotidiano. que reviravolta não? e tudo com uma música. que eu já nem lembro mais qual era. então a gente pensa em todos os caminhos. engraçado quando as pessoas não tem fé em você mesmo. eu não ligo. eu sei do que eu sou capaz. só preciso de uma coisa, alguém pra me dizer: venha. ou vamos. mas se me falar: vá. então o abismo abre nos meus pés. eu fico estático. dividido. olho para todos os lados procurando uma direção. nessa hora a música vai parar. a letra vai sumir. as palavras que eu procurei também. tudo vai mudar. mas eu sei que isso nunca irá acontecer. eu sei o caminho que eu preciso seguir. e sei todas as respostas que eu preciso agora. só esperar a música parar, a chuva terminar de querer levar meu carro estacionado embora com a enchurrada e ver em qual direção, que porta vai abrir. pra mim e pra você. juntos. depois eu penso que música, afinal, tava tocando.


c ya.

5.1.10

porque eu te vejo assim.



"... tenho uma admiração muito grande por você. não sei explicar o porquê, mas sempre que enfrento uma situação mais séria, sinto necessidade de sua presença. o simples fato de senti-la perto de mim, me faz sentir mais seguro, mais firme, mais eu. quando você não está por perto, mesmo que hajam dezenas de pessoas à minha volta, sinto-me só, e nada mem importa. e quando você está junto de mim, sinto que sou invencível. por isso, sempre que tenho que tomar uma decisão importante, peço que a chamem. se isso a incomoda, desculpe-me. não posso prometer que não o farei mais, pois preciso disso. e não me sinto diminuído ao dizer-lhe isso."

alberto pierro - poeiras de branco, págs 62 e 63.

4.1.10

por não estarem distraídos.

Por Não Estarem Distraídos
de Clarice Lispector

Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles.
Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque – a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras – e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração.
Como eles admiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que, estava ali, no entanto.
No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram.
Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios.
Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.








tem melhor forma de começar um ano? não.

feliz 2010.

30.12.09

a corps perdu.

Puisque des filets nous retiennent
Puisque nos raisons nous enchaînent
Que rien ne brille sous nos remparts
Et puisqu'on n'atteint pas le ciel
A moins de s'y brûler les ailes
Et suivre les routes où l'on s'égare
Comme on dresse un étendard

A corps perdu, ivre et sans fard
Pour n'être plus le pantin d'un espoir
Et si la vie n'est qu'une cause perdue
Mon âme est libre d'y avoir enfin cru
A corps perdu

Puisque les destins sont les mêmes
Que tous les chemins nous ramènent
A l'aube d'un nouveau départ
On n'apprend rien de nos erreurs
A moins de s'y brûler le coeur
Je suivrai les routes où l'on s'égare
Comme on dresse un étendard

A corps perdu, ivre et sans fard
Pour n'être plus le pantin d'un espoir
Et si la vie n'est qu'une cause perdue
Mon âme est libre d'y avoir enfin crue
A corps perdu
A corps perdu

A corps perdu j'écrirai mon histoire
Je ne serai plus le pantin du hasard
Si toutes les vies sont des causes perdues
Les hommes meurent de n'avoir jamais cru
De n'avoir pas vécu ivres et sans fard
Soldats vaincus pour une guerre sans victoire
Et si ma vie n'est qu'une cause perdue
Je partirai libre d'y avoir au moins cru
A corps perdu
A corps perdu.


gregory lemarchal.

tradução: http://vagalume.uol.com.br/gregory-lemarchal/a-corps-perdu-traducao.html

vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=dRSGjEqfotA